Para dar conta das transformações sociais do mundo e do mercado de trabalho, temos que buscar novas formas de educar crianças e jovens. A escola tradicional reproduz um modelo do século XIX, que não mais supre as demandas de agora e do futuro. Devemos formar pessoas para profissões que ainda não conhecemos, e principalmente capazes de provocar as mudanças no mundo que tanto desejamos. O essencial é que nossos filhos sejam sujeitos autônomos.

As séries são uma invenção da escola tradicional para a educação em massa. Por isso as salas cheias de crianças ou adolescentes com a mesma idade. No entanto, cada pessoa é um ser singular, independente da idade.

A aprendizagem baseada em projetos não necessita de séries, já que cada aluno pode definir seu próprio percurso escolar. O estudo em grupos com indivíduos com idades diferentes passa a ser um potencial, já que alguém mais experiente pode auxiliar um recém-chegado, facilitando o aprendizado do grupo como um todo.

Na verdade os exames tradicionais são uma possibilidade. Acima de tudo, a avaliação está pautada no processo de desenvolvimento de projetos por parte dos estudantes.

Nos projetos, são avaliados não só os conhecimentos, habilidades e competências adquiridas, mas também a iniciativa, o envolvimento, a busca por soluções de problemas e, principalmente, o grau de autonomia do aluno.

Um projeto pode ser um roteiro de estudo, a execução de uma lista de exercícios, ou a elaboração de um curta-documentário, seminário ou a construção de algo.

E a avaliação se dá ao longo de todos os processos, por meio de relatórios de ambos, educador e estudante.

O Santa Felicidade oferece suporte para todo plano de estudo de seus alunos. Alguém que almeja ingressar nas principais universidades do Brasil pode programar uma rotina com seu tutor que contemple estudos e realização de simulados de acordo com as necessidades do estudante. O importante é que o adolescente faça escolhas conscientes, e a partir delas se engaje em uma jornada efetiva e específica de estudos.

Todos estamos construindo nossa autonomia, ou seja, ninguém é plenamente autônomo para os desafios da vida. Porém, ninguém aprende amarrar o sapato se outro faz isso por ele todas as vezes que for colocar o sapato.

Compreendendo isso, a escola coloca um tutor para cada aluno, que será o responsável pela sua orientação pedagógica. Semanalmente há encontro para planejamento dos estudos, supervisão do rendimento, comunicação com a família, suporte pedagógico e psicoemocional, resolução de conflitos, estabelecimento de combinados e metas, e principalmente acolhimento humano e sincero.

As mídias sociais (Facebook, Instagram, WhatsApp, etc) são realidades incontestáveis na vida de nossos filhos nativos digitais. Nasceram nesse mundo, mas precisam ser educados para ele. Por isso, o Santa compreende que a educação hoje só faz sentido se for digital. Ou seja, a criança e o jovem de hoje devem ser educados para vivência digital, compreendendo todas as dimensões disso.

A principal ferramenta de trabalho no Santa é a plataforma digital Colmeia, o que significa que a aprendizagem necessariamente deve ocorrer também nessa dimensão e não só pessoalmente. Essa é uma forma de o tempo todo os estudantes estarem vivenciando o universo digital com responsabilidade e orientação pedagógica.

Certamente seu filho é capaz! Apenas precisa encontrar sua maneira própria e única de aprender. Para isso ele contará com educadores capacitados e uma escola humanizada, que estarão sensíveis as necessidades e engajados na superação de suas dificuldades.

 

A adaptação é uma questão de tempo e principalmente de atenção da equipe de educadores. Como dissemos anteriormente esses são capacitados para receber e introduzir os alunos recém-chegados nessa nova vida escolar, oferecendo atenção dedicada e supervisão constante no início. Outro ponto é que dividimos os alunos em etapas de autonomia, onde cada uma tem a atenção e suporte devidos. E não se esqueça: seu filho terá um tutor responsável pela sua adaptação.

 

Um ciclo no Santa tem período variado. Por exemplo, a duração do ciclo referente ao Ensino Médio é de três anos, o que significa que o aluno tem esse tempo para conquistar todos os vetores propostos. Caso não seja possível, o aluno terá a adição de um ano ou mais para atingir aquilo que faltou, não havendo necessidade de refazer os vetores já alcançados.

O Centro de Jundiaí é uma das regiões mais ricas em termos históricos e culturais da cidade, o que possibilita a constante visitação dos alunos sem a necessidade de grandes deslocamentos a lugares significativos e que oferecem oportunidades únicas de aprendizagem. Além disso, o entorno compreende a zona mais equipada e estruturada do ponto de vista de serviços públicos e privados.