Quando o vestibular não é o centro da escola

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Não somos os únicos a defender que o desenvolvimento científico é essencial para o estudante, e mais eficaz do que receber aulas expositivas ou preencher materiais apostilados com X entre parênteses.

Segundo o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico)

“é preciso que desde os primeiros anos da educação formal os estudantes sejam postos em contato com a cultura científica, ou seja, com a maneira científica de produzir conhecimento e com as principais atividades humanas que têm moldado o meio ambiente e a vida humana ao longo da história. Acima de tudo, é preciso permitir que sejam criativos e inovadores. E capazes de sonhar! ”.

Então por que são raras as escolas que exploram esta via de conhecimento e que permitem sonhar?

Os motivos são diversos, mas atendem invariavelmente a demandas de fora, como o vestibular.

Uma vez que os estudantes aqui são capazes de escolher o seu caminho, o esquema em sala de aula mudou conforme esta possibilidade. Agora as manhãs do Ensino Médio se parecem com isso:

iniciação científica

Iniciação Científica no centro de todas as áreas

Com dias dedicados às escolhas pessoais, o ambiente das disciplinas regulares também ganhou qualidade: separamos os dias por áreas de conhecimento e aumentamos o tempo de cada disciplina para estimular o desenvolvimento de projetos de pesquisas. E entre as aulas, introduzimos com distinção a INICIAÇÃO CIENTÍFICA.

COMO É:

  • Temos três momentos reservados para orientação de projetos de iniciação científica (IC), que devem ser conduzidos pelo orientador e orientando ao longo do ano letivo paralelamente às atividades da escola.
  • Cada aluno tem três orientadores e três projetos de pesquisa, de acordo com as áreas descritas no quadro acima.
  • Os alunos realizam as atividades individualmente, em dupla ou em grupos de três ou quatro membros. Os grupos podem ser diferentes em cada um dos três projetos.
  • Os trabalhos devem conter produção textual (de acordo com as normas da ABNT) a ser entregue pelos alunos-orientandos.
  • No final de cada semestre, os alunos apresentam a uma banca de examinadores seus respectivos projetos de IC.
  • Cada aluno ou grupo escolhe um projeto do 1º semestre para apresentá-lo na Feira Cultural do Colégio.

 

O projeto da Samira, da Lívia, do Gabriel e da Cíntia na área de Ciências Humanas

IMG_1161 (2)As aulas no Novo Ensino Médio começaram há pouco mais de um mês. A esta altura, todos os grupos já têm seus orientadores e projetos definidos.

Este grupo, por exemplo, está criando uma obra de ficção literária sobre mulheres. Para isso, sua pesquisa envolve o estudo de algumas sociedades e culturas em que as mulheres ocupam espaços diferentes, têm costumes próprios e recebem valores relativos ao seu contexto histórico.

Para a obra, pretendem reunir as informações e recriar a paisagem cultural de cada personagem, dando significado às suas vidas e entrelaçando suas histórias.

Para conhecer todos os projetos, marque na agenda a data da nossa Feira Cultural: é 24/09.

 

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