Somos uma escola particular de Jundiaí.

Temos orgulho de estarmos na dianteira da transformação da educação, modernizando os processos de aprendizado, com foco no ser humano e nas suas necessidades atuais.

Da menor das crianças até os professores e diretores, estamos construindo uma escola em que todos são responsáveis. Em que as decisões são tomadas em conjunto.

Célestin Freinet foi professor primário.

Desceu do seu tablado de mestre, acabou com as apostilas e caminhou com seus meninos para aprender com a vida.

Saía com eles pelos bairros, conversava com os trabalhadores, e trazia tudo para dentro da escola. Seus garotos voltavam iluminados e transformavam as descobertas em álbuns de conhecimentos.

Para Freinet a escola deve ser ativa, dinâmica, aberta para o encontro com a vida. Nessa escola, a aquisição do conhecimento deve processar-se de maneira significativa e prazerosa, em harmonia com uma nova orientação pedagógica e social.

Em acordo com estas linhas de pensamento, estabelecemos nossos valores e missão, que sustentam nossa prática pedagógica, e que são levados a cumprimento por meio de ferramentas bem definidas.

NOSSA MISSÃO

Humanizar a educação. Construindo uma escola em que todos são responsáveis, voltada para as qualidades e realização pessoal.

VISÃO

Entregar à sociedade pessoas preparadas para a vida.

E VALORES

Trabalho, Autonomia, Cooperação e Livre-expressão.

O colégio iniciou suas atividades no ano de 2003,

no Bairro do Anhangabaú, e contou, em seu primeiro ano de atividades, com 88 alunos.

Começava ali a realização de um sonho do casal Elaine e Otávio Medeiros: fazer uma escola diferente, acolhedora e de qualidade, para seus filhos e outras tantas crianças.

Começou timidamente, em um espaço adaptado de uma antiga fábrica, contando com salas que iam da pré-escola ao 9º ano. Eram classes pequenas, que podiam proporcionar uma atenção especial a cada aluno.

Já no início a escola se diferenciou por uma proposta humanista, em que o aluno é o centro de sua atividade, e procurava promover seu desenvolvimento físico, intelectual, moral e afetivo. Desta forma, o foco não é o simples cumprimento do programa oficial, mas o desenvolvimento global do aluno, nas suas diversas potencialidades.

Em 2005 iniciou-se o Ensino Médio, dando continuidade às séries já existentes. No ano seguinte a escola foi ampliada, para proporcionar um espaço mais adequado à Educação Infantil. Nesse momento o colégio já contava com 210 alunos. Ao longo destes anos ela sempre esteve em busca de uma pedagogia que se adequasse à sua visão filosófica. Encontrou na Pedagogia Freinet as respostas que procurava, e também técnicas que vêm norteando este trabalho.

No ano de 2009 o Santa Felicidade entra num novo momento, com a transferência de endereço para o centro da cidade, ampliando assim suas dependências. O novo prédio, onde por muitos anos funcionou o Sindicato dos Ferroviários, de longa história na cidade de Jundiaí, conta com anfiteatro, estacionamento, quadra poliesportiva e melhor localização.

Localizado no centro de Jundiaí, o Colégio Santa Felicidade ocupa hoje o histórico prédio que serviu à Companhia Paulista dos Ferroviários.

Do edifício da década de 60, o colégio mantém sua fachada original, assim como suas icônicas rampas internas e quadra poliesportiva onde brincou parte da população jundiaiense.

O salão de eventos também permanece preservado e continua a promover festas, formaturas e é palco para muitos artistas do colégio.

A escolha de SANTA FELICIDADE deu-se por três razões:

Em primeiro lugar, pela própria palavra felicidade. Esperamos que a escola seja um local que possa ajudar a fazer as crianças e jovens felizes.
Acreditamos que uma escola não pode "cortar as asas", impedir os voos, manter os seus alunos atrelados ao chão, ao lugar-comum, ao que já foi estabelecido.

Todos têm potencial para crescer, para lançar-se ao alto. A escola precisa compreender essa necessidade do coração, de buscar a realização de nossas capacidades individuais. Assim estamos caminhando para a felicidade.

O segundo motivo está ligado ao bairro de Santa Felicidade, em Curitiba (PR). É uma região de colonização italiana, com vocação para a gastronomia. São famosos os seus restaurantes, as suas cantinas.

O professor Rubem Alves dirá que a escola precisa ter sabor. Precisa, em primeiro lugar, ser gostosa. O professor deve ser como um cozinheiro, que desperta o paladar para as maravilhas de temperos desconhecidos e apetitosos.

Um pouco de novidade altera o sabor de um prato. Quem fica repetindo e repetindo sempre os mesmos ingredientes – por melhor que seja a comida – acaba por enjoar àqueles que são servidos. O professor deve ser um mestre, em primeiro lugar, em temperar de novidade as suas aulas.

Ainda uma terceira razão nos levou à escolha do nome: a própria pessoa de Felicidade, a jovem mãe cartaginense que sofreu o martírio no dia 7 de março do ano de 203, poucos dias após dar à luz. Segundo conta o relato, Felicidade morreu abraçada à Perpétua, de quem era escrava. Ambas deram a vida pelo que acreditavam.