Somos uma escola com atividade em Jundiaí.

Temos orgulho de estarmos na dianteira da transformação da educação, modernizando os processos de aprendizado, com foco no ser humano e nas suas necessidades atuais!

NOSSA MISSÃO

Humanizar a educação, construindo uma escola em que todos são responsáveis, voltada para as qualidades e realização pessoal.

VISÃO

Entregar à sociedade pessoas preparadas para a vida.

E VALORES

Trabalho, Autonomia, Cooperação e Livre-expressão.

Célestin Freinet foi professor primário.

Saía com as crianças pelos bairros, conversava com os trabalhadores, e trazia tudo para dentro da escola. A meninada voltava iluminada e transformava as descobertas em conhecimento.

Para Freinet a escola deve ser ativa, dinâmica e aberta para o encontro com a vida. 

 

Assista à nossa série sobre a Pedagogia Freinet. 

O colégio iniciou suas atividades no ano de 2003.

Começava então a realização de um sonho do casal Elaine e Otávio Medeiros: fazer uma escola diferente, acolhedora e de qualidade, para seus filhos e outras tantas crianças.

Iniciou timidamente, em um espaço adaptado de uma antiga fábrica, com salas pequenas que podiam proporcionar uma atenção especial a cada aluno.

Já no início a escola se diferenciou por uma proposta humanista, em que o aluno é o centro de sua atividade, e procurava promover seu desenvolvimento físico, intelectual, moral e afetivo. 

Encontrou na Pedagogia Freinet técnicas que vêm norteando este trabalho.

No ano de 2009 o Santa Felicidade entra num novo momento, com a transferência de endereço para o centro da cidade, ampliando assim suas dependências. 

E em 2018 se vê novamente em um momento de florescimento, com uma proposta de educação arrojada, atento às transformações da sociedade.

 

Veja nosso vídeo comemorativo de 15 anos.

Localizado no centro de Jundiaí, o Colégio Santa Felicidade ocupa hoje o histórico prédio que serviu à Companhia Paulista dos Ferroviários.

Do edifício da década de 60, o colégio mantém sua fachada original, assim como suas icônicas rampas internas e quadra poliesportiva onde brincou parte da população jundiaiense.

O salão de eventos também permanece preservado e continua a promover festas, formaturas e é palco para muitos artistas do colégio.

A escolha de Santa Felicidade deu-se por três razões:

Em primeiro lugar, pela própria palavra felicidade. Esperamos que a escola seja um local que possa ajudar a fazer as crianças e jovens felizes.
Acreditamos que uma escola não pode "cortar as asas", impedir os voos, manter os seus alunos atrelados ao chão, ao lugar-comum, ao que já foi estabelecido.

Todos têm potencial para crescer, para lançar-se ao alto. A escola precisa compreender essa necessidade do coração, de buscar a realização de nossas capacidades individuais. Assim estamos caminhando para a felicidade.

O segundo motivo está ligado ao bairro de Santa Felicidade, em Curitiba (PR). É uma região de colonização italiana, com vocação para a gastronomia. São famosos os seus restaurantes, as suas cantinas.

O professor Rubem Alves dirá que a escola precisa ter sabor. Precisa, em primeiro lugar, ser gostosa. O professor deve ser como um cozinheiro, que desperta o paladar para as maravilhas de temperos desconhecidos e apetitosos.

Ainda uma terceira razão nos levou à escolha do nome: a própria pessoa de Felicidade, a jovem mãe cartaginense que sofreu o martírio no dia 7 de março do ano de 203, poucos dias após dar à luz. Segundo conta o relato, Felicidade morreu abraçada à Perpétua, de quem era escrava. Ambas deram a vida pelo que acreditavam.