ALUNA DO ENSINO MÉDIO TEM SEU PRIMEIRO LIVRO PUBLICADO. VAI TER COQUETEL!

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a cor da escuridão

Eras atrás, alguns povos foram selecionados com uma missão: fazer da Terra um lugar melhor. Mas guerra, fome, tragédias… O mundo estava ruindo, e mesmo com seus poderes sobre o Tempo e o Espaço e o poder de manipular a realidade, cedidos por Shaya, senhora dos Universos, os Carmesins não mais suportaram tanto peso sobre seus ombros.
Para sobreviver à fúria do espírito humano, eles partem para outro Universo, onde podem viver em paz. Sem saber, entretanto, levam consigo um homem: Randolf, que se indigna pelo fato de a humanidade ser deixada à própria sorte, e fará qualquer coisa para aniquilar os Carmesins.
Diante da plena Escuridão, eles dependem unicamente daqueles que abandonaram, os detentores da Luz, a única força capaz de salvá-los. E entre Luz e Escuridão, nasce a esperança guardada no brilho das estrelas e nas notas de canções.

 

Esta é a sinopse da Editora Novo Século para o livro “A cor da Escuridão”, de Natália Rodrigues, aluna do Ensino Médio em nosso colégio.
Natália teve seu primeiro livro publicado recentemente, mal segurou seu “filho” no colo, e ainda aguarda lançamento oficial da editora. Enquanto isso não acontece, nós, que também esperávamos e vibrávamos por este momento, preparamos um coquetel e noite de autógrafos para a aluna e escritora (evento no link da imagem abaixo).

 

a cor da escuridão

 

 

 

 

 

 

 

 

A publicação integra o selo Talentos da Literatura Brasileira, iniciativa da Novo Século para incentivar e valorizar o escritor brasileiro: algo muito nobre dentro de um mercado excludente, como é o editorial brasileiro.
“Para isso ser possível, a editora faz uma parceria com o autor”, explica Vitor Donofrio, editor responsável pela publicação. “O livro não é nosso, é do autor, que também investe. Mas passa por todo o processo de edição: revisão, elaboração de capa, distribuição. E principalmente por uma seleção”, finaliza o editor.
Na intimidade de nossa salinha de reunião, e sem falsa modéstia, perguntamos para a autora se o colégio também era responsável pela obra. “Claro”, disse, “o Texto-Livre foi o começo de tudo”.
Natália conta que sonhava em ser escritora porque passou a infância frequentando a Biblioteca Municipal, mas não achava isso possível. “No meu segundo ano de Santa, já descobri que era sim possível, e que era isso mesmo que queria. Eu esperava a semana inteira pela aula de Texto-Livre. Entregava textos enormes, escrevia um monte de besteira, coisas sem sentido, mas tudo foi importante”, conta. “Amadureci aqui.”
Sobre “A cor da Escuridão”, nossa escritora revela que levou sete meses escrevendo. “A ideia era complexa, não há um protagonista na história, por exemplo. O livro é contado sob a perspectiva de cada personagem, que são uns nove ou dez. Precisei fazer bastante pesquisa, ler muita poesia. Foi um difícil divertido e gostoso!”
A realização de Natália também é a nossa. Não porque ela tenha conseguido uma façanha (o que é maravilhoso e precisa ser valorizado), mas porque ela venceu um medo e se superou. Nossa escola acredita nisso: no talento próprio.

 

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