5 dicas para seu filho ser feliz nos estudos

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Escolha uma escola que reflita seus valores e sonhos
Escolha uma escola que reflita seus valores e sonhos

A primeira coisa a se considerar quando falamos em “estudo” é o significado desta atividade. O ensino tradicional das escolas impôs, ao longo da sua existência, uma carga de obrigatoriedade sobre o relacionamento das crianças com o conhecimento. Assim, aprender (coisa naturalmente prazerosa) tornou-se um dever. E às vezes, até um castigo.

Em contrapartida, a técnica universal para se livrar de uma lição é conhecida por qualquer aluno. Basta copiar um verbete da Wikipédia sobre o assunto em questão, selecionar uma imagem ilustrativa no Google, fazer uma montagem e pronto. A criança terá garantida a sua nota!

O problema desta relação impositiva é que nela raramente ocorre aprendizado significativo. Para que o sujeito do aprendizado adquira conhecimento de forma saudável e espontânea, é necessário que a instituição escolar crie condições: aulas mais práticas, investigativas e participativas. Nessa escola ideal, o professor seria um orientador, e a lição de casa um complemento para as possibilidades que o educador teria aberto.

Sabemos que os problemas da escola vão muito além do modelo de ensino. E que lastimavelmente todos eles recaem sobre as crianças e jovens.

Enquanto esta luta é travada na esfera política, listamos aqui algumas dicas educacionais para as famílias proporcionarem qualidade de estudo para os filhos.

 

  1. Escolha uma escola que reflita seus valores e sonhos.

    Se você procura um ambiente familiar, por exemplo, invista em uma escola pequena em que as crianças sejam vistas individualmente. Ou, se o seu sonho é que o filho entre em uma universidade prestigiada, procure uma escola que ofereça acompanhamento adequado para esta finalidade.

  2. Crie uma rotina em casa, e brinquem juntos. 

    Um lugar apropriado, com materiais à disposição, e um horário estipulado para estudar contribuem para a concentração e assimilação. Assim como os adultos, é normal da criança procrastinar sua tarefa. Se ela tiver seu momento para sentar-se com os livros, sobrará muito tempo para as brincadeiras. Mesmo quando não houver lição da escola, incentive a criança a ler um livro ou a rever algum conteúdo naquele momento. Depois brinquem muito!

  3. Organização. 

    Uma criança pode encontrar dificuldade para enxergar à frente o que lhe será útil. Criem juntos um cronograma visual com temas e exercícios que acompanhem a dinâmica escolar. E estipulem metas. Estas podem ser do tipo “aprender determinado conceito da matéria”, e também podem ser pessoais, como melhorar a leitura, fazer boas perguntas, assim por diante. As metas podem ser semanais ou mensais (para crianças do Fundamental I metas semanais funcionam melhor).

  4. Seja um orientador.

    O bom educador é aquele que dá ferramentas para que o aluno investigue por si e descubra coisas novas. Instigue a curiosidade da criança com perguntas: “o que você já sabe sobre este assunto?”, “o que você entende por tal conceito?”, “o que você gostaria de saber sobre isto?”. Você também prestará um grande favor indicando fontes confiáveis e ajudando a interpretá-las com novas perguntas: “qual pergunta esta informação está respondendo?”, “qual a utilidade desta informação?”, “é possível pensar diferente deste autor?”.

  5. Nunca faça o dever no lugar da criança.

    Se identificar um limite no seu aprendizado, respeite sua inteligência e o seu tempo. A nota da criança pode ser garantida, mas ela não terá aprendido, e pior, não terá aprendido a superar seus limites. A dica é encorajá-la a tentar, e anotar todas as dúvidas. Permita que ela tente e erre, isso tornará seu aprendizado uma conquista.

 

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